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MÃE NILZA



Em 21 de fevereiro 1932 á 82 anos atrás nasceu Nilza Menezes, vinda de uma família humilde criada com a família dos Badaró filha de Odília Ferreira e Mario Vieira, passou anos apos seu casamento veio morar em Buerarema assim criando seus 7 filhos na companhia de seu esposo o  saudoso  Alberto Coutinho.
Foi umas das barraqueiras da antiga feira de macuco junto com suas amigas: dona Nicinha, dona Anita, dona Pulú, dona Ní, alem disso trouxe contigo sua fé instalou se aqui seu Terreiro de umbanda e candomblé sua religião em que pregava a fé e a caridade em 1962.

Recebeu O titulo de Yalorixahá pelas mãos de sua zeladora Maria Castora de Jesus e seu avó de santo seu Zé da cruz á 52 anos de fundação aqui em nossa cidade onde tornou-se figura cultural , soube conquistar vários adeptos da religião amigos e até mesmo leigos da religião afro-brasileira, sempre tendo uma palavra amiga de conselho a todos que ali vão em busca de alivio e socorro para seus males. 
Pelo seu carinho, respeito,seriedade, sinceridade e com sua verdade,  ela hoje é conhecida em toda cidade ate fora do Brasil! Hoje junto com seu neto o Tatetu Joedson herdeiro do axe casa Iemanjá juntos vó e neto tocam em louvores aos seus ancestrais ate hoje. Parabéns a senhora é a matriarca da religião de matriz africana aqui em Buerarema mãe Nilza que esta data se repita por muitos e muitos anos a final não é todo dia                                                                   que se comemora 82 anos de vida.




Buerarema: Humor de PAULO BELINE



Manjar de sumá, Pão do Brasil,

   Farinha de macuco, melhor não há,
   Se aparecer igual,  melhor nem pensar,
   Visto a camisa do flamengo e do Canto do Rio.
   Em macuco, tem matuto,
   Astuto, maluco,
   puto, caduco,
   Adulto, indulto
   Índio, que susto!
   Ah minha querida Buerarema,
   Com tanto problema,
   Português sem fonema,
   Abandonada, esculachada que pena!
   Em Buerarema mudo fala,
   Padre não passa na igreja,
   Goleiro tem nome de mala,
   Povo sem tempo, uma peleja,
   Bolinho é professora,
   Sargento usava a vassoura,
   Capitão sem exercito e sem seleção
   Tenente e ex combatente sem patente,
   Chapinha não ia nem vinha,
   Pouso feliz sem aeroporto,
   Ponto certo (brega) era lugar de torto,
   Rua da saboaria fabricava vinagre,
   Dona senhora, nunca foi madre, 
   Projetista dedo de ouro que somente fala em milhões,
   Sem ter no bolso dois tostões.  
Autor: Paulo Beline filho ilustre dessa terra amada.